Verrugas são proliferações benignas da pele causadas pelo papilomavírus humano (HPV). A transmissão ocorre por contato direto com pessoas e/ou objetos infectados, sendo a inoculação facilidade por pequenos ferimentos que servem de porta de entrada para o vírus. Além disso, a transmissão pelo contato sexual e pela via materna fetal no momento do parto também são possíveis.
O tratamento das verrugas varia conforme a idade e o tipo de manifestação da doença. Conheça as alternativas mais comuns:
Verrugas vulgares: em crianças, podem ser tratadas por meio da aplicação diária de ácido salicílico em baixas concentrações. Aplicação semanal (no consultório) de cantaridina leva à formação de uma bolha sob a verruga. Retira-se então a porção morta da verruga que se encontra no cume da bolha após cerca de uma semana. Em adultos ou crianças mais velhas, a crioterapia (congelamento) é uma das opções de tratamento, sendo pouco dolorosa e praticamente sem risco de cicatrizes. A eletrocirurgia (queima), apesar de mais dolorosa, é outra boa alternativa, pois remove a verruga em uma única sessão.
Verrugas plantares: As opções de tratamento incluem aplicação de adesivos contendo ácido salicílico e outras substâncias químicas. Há também opções cirúrgicas: cirurgia a laser, eletrocirurgia ou excisão.
Verrugas planas: métodos que promovam a descamação da pele, como a aplicação diária de ácido salicílico ou outros produtos com o mesmo fim são a recomendação habitual.
Verrugas genitais: As mais difíceis de tratar. Tratamentos periódicos em consultório utilizando ácidos ou crioterapia podem ser necessários para a eliminação das verrugas visíveis. Mulheres portadoras de verrugas genitais têm maior chance de desenvolver câncer de colo do útero. Por isso, todos os adultos com verrugas genitais devem ser submetidos a tratamento.


